Perguntas Let (respostas rápidas)
Dados Pessoais:
· Nome:
Henrique Jorge de Sousa dos Santos Nóbrega
· Natural de:
Angola
· Reside em:
Figueira da Foz
· Profissão:
Professor
· Idade:
37 (argh)
· Filhos:
2 gajos
Preferências:
1. Modalidade(s) desportiva(s):
Squash, Motorizados, Futebol, etc.
(gosto de quase tudo o que é desporto)
2. Clube:
Benfica
3. Hobbies:
Desporto (principalmente squash), Leitura. Música, Filhos
4. Marca de carro/moto:
Volvo, Peugeot
5. Prato:
Gosto de quase tudo
6. Local de férias:
Gosto de quase tudo
7. Filme:
Vários
8. Série TV:
Vários
9. Site/Blog:
Vários
Squash:
10. Joga desde quando:
Meados dos 90′s
11. Primeiro companheiro de treino/jogo:
Pedro Nuno Fernandes e Miguel Santos
12. Local onde treina habitualmente:
HCP Figueira da Foz
Court privado de uma empresa (Somitel)
13. Treina/joga com que regularidade:
Quando posso 4 ou 5 vezes por semana (muito raro)
Normalmente 2 ou 3 vezes por semana
14. Actual colega de treino/jogo:
Rui Faria
Rui Ferreira
António Gravato
Quim João
João Fonseca (mano)
15. Marca de raquete usada:
Prince
16. Melhores resultados alcançados:
1º lugar no último torneio do HCP
Algumas placas em torneios da FNS
23º no ranking da FNS
17. Jogador nacional que mais admira:
Mathew Theodoris
18. Jogador internacional que mais admira:
Borja Golan
Perguntas Stroke (respostas de desenvolvimento)
1. Tudo tem um início. Como é que surgiu o squash na sua vida?
Comecei a jogar no velhinho “Pessidónio” (uma das discotecas mais antigas do país). O “Pessidónio” ainda existe mas os courts foram transformados em pistas de dança (bandidos!).
Durante uns tempos jogava só para transpirar um bocado sem perceber muito bem o que era aquilo. Mas lembro-me que gostei logo da modalidade.
Depois, com o tempo, fui começando a evoluir devagarinho. Para isso muito contribuiu o facto de existirem na Figueira muitos jogadores com um nível razoavelmente elevado (tendo em conta a falta de meios, instalações e treinadores). Jogadores esses que, ainda por cima, sempre encararam o squash de uma forma muito saudável e nada “profissional” (profissional no mau sentido), nunca negando ajuda ao pessoal em início de “carreira”.
2. Avalie o seu jogo. Quais são os seus pontos fortes? E os menos fortes?
Pontos fortes: Serviço (costumo fazer muitos ases)
Pontos fracos: o drop chapa
3. Alvo a abater. Costumamos ter um adversário com que dá mais gozo jogar. Quem é ele e porquê?
Sem dúvida o meu “ódio de estimação” é o Carlos Neves porque (que me lembre) todos os jogos que fizémos em torneio acabaram com um 15-14 no último set (sempre com grande amizade e fair-play).
De resto, gosto de jogar com pessoas que, tal como eu, se divertem a jogar squash.
4. O mealheiro. Em média, qual será o gasto mensal despendido no squash (equipamento, treinos, aluguer de campos, torneios, deslocações,…)?
40€ a 60€, acho eu. Nunca fiz muito bem as contas.
5. Boa preparação. Que cuidados tem com a alimentação? E a nível físico e mental?
Preocupo-me um bocado com a alimentação apenas durante os torneios.
Tento manter uma forma física aceitável.
A nível mental é que é mais complicado. Acho que já não há nada a fazer.
6. Treinar vs Jogar. Costuma treinar ou treina jogando? Acha útil treinar e ter aulas de squash?
Gosto muito de treinar, embora jogue mais do que treine (o pessoal da Figueira não gosta mesmo de treinar. São quase fundamentalistas nesse aspecto).
Acho que toda a gente devia ter aulas para poder evoluir de forma correcta.
7. Os fins-de-semana com squash. Como é que a família lida com o tempo gasto no squash (treinos, jogos, torneios…)?
Ao princípio era mais complicado. Depois, com o tempo, lá perceberam que eu me tornava insuportável quando me faltava o squash. Mesmo assim, não convém abusar muito. (compreendo que, para quem não é viciado, é difícil entender)
8. Os nossos adversários. Qual foi o melhor adversário que já defrontou? E a qual atribuiria o prémio «fair-play»?
Já defrontei alguns jogadores do top5 nacional, pelo que, que me lembre, o melhor deverá ser um deles (João, André, Zé, Mathew, etc.).
Quanto ao fair-play: gostaria de poder dizer quase todos, mas infelizmente, na minha opinião, grande parte das pessoas que fazem o circuito nacional preocupam-se mais em discutir e ganhar pontos via arbitragem do que em aprenderem a jogar e a conseguirem divertir-se com o jogo (o que para mim é perfeitamente incompreensível, tendo em conta o que está em jogo no nosso campeonato, que é quase nada). Embora correndo o risco de me esquecer de alguém, gostaria de destacar algumas pessoas com as quais pude jogar com prazer (ganhando ou perdendo) e que não estão constantemente a interromper o jogo para “conversar” com o árbitro (sem nenhuma ordem em especial): André Costa, Carlos Neves, Hugo Cabral, Luís Monteiro, Mathew, Rui Cruz, …
A maioria do pessoal da Figueira e de Mangualde também tem uma forma de encarar um jogo de squash que também me agrada bastante.
9. Os altos e baixos. Qual foi o melhor momento que já viveu no squash? E o pior?
O melhor momento é quando saio do campo com a sensação que dei tudo e que até joguei benzinho. Os piores foram uma ou outra lesão que me impossibilitaram de jogar durante uns tempos (felizmente foram poucas e de pouca duração – deixa-me bater na madeira!)
10. Os ganhos da vida. O que tem ganho com o squash?
Cicatrizes e nódoas negras. Além disso, alguns amigos e uma forma muito saudável e aprazível de passar o tempo.
11. Objectivos. Quais são os objectivos desportivos a curto prazo? E a médio/longo? Já tenho 37 anos, por isso esqueçam lá o médio/longo prazo. A curto prazo, desejo poder continuar a jogar regularmente e, se possível, ainda evoluir um bocadinho mais. Quero ver se consigo verba e tempo para fazer o circuito nacional do próximo ano e o Circuito de Mangualde (só para o Castro parar de me chatear).
12. Para os principiantes. Que conselhos dá a quem queira começar agora?
Olhar sempre para a bola e, principalmente, DIVIRTAM-SE dentro do court.
13. Squash Nacional. O que pensa sobre o actual momento do squash português?
Já esteve pior (muito pior). Talvez pudesse estar melhor, talvez. Mas não deve ser fácil, abdicar de muita coisa da vida pessoal, para se dedicar a uma modalidade. Refiro-me ao pessoal que, desde o MNS, tem dado o corpo ao manifesto. O que fazem, na minha opinião, é bastante meritório. São criticáveis, claro (até porque é fácil criticar), mas só o são porque fazem coisas.
Penso que a aposta na malta mais jovem é uma boa opção e que vai dar os seus frutos (já está a dar, aliás).
14. Let & Stroke – Secção de Squash da Casa do Povo de Mangualde. Que opinião tem acerca deste clube?
A melhor possível. A “onda” dos “Mangs” faz-me lembrar muito a “onda” dos “Figs”: Amizade e muita diversão.
Ainda me lembro das primeiras vezes que apareceram na Figueira para disputar os nossos torneios, sempre com uma postura impecável. A admiração que vocês demonstravam com a nossa forma espectacular e evoluída de jogar (oh santa ignorância!!!)
15. Cantinho do Squash (www.letstroke.blog.com). Que opinião tem sobre esta página da internet?
O melhor elogio que posso fazer, acho, é dizer que não há dia que passe sem lá ir espreitar 2 ou 3 vezes, pelo menos.