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Racketlon: tetratlo com raquetes

Junho 30th, 2006 by admin

Realizou-se em Novembro de 2001 a primeira prova internacional de racketlon. Nos últimos 2 anos teve um crescimento superior a 200%, fruto da passagem de 524 para 1590 jogadores no ranking mundial, provenientes de 44 países diferentes. Neste momento, acredita-se que o racketlon seja a modalidade com maior crescimento mundial.

Mas o que é o racketlon? Não é mais do que uma modalidade que junta as 4 que se praticam com raquetes: ténis de mesa, badminton, squash e ténis. O melhor praticante de racketlon é aquele que consegue ser mais mais consistente e homogéneo nos resultados obtidos nessas 4 modalidades.

Os praticantes nórdicos são quem dominam actualmente o racketlon, a par dos britânicos.

Masculino

Rank Nome País
1 Mikko Kärkkäinen
Finland
2 Magnus Eliasson
Sweden
3 Calum Reid
Scotland

Feminino

Rank Nome País
1 Linda Jansson Sweden
2 Lilian Druve
Sweden
3 Silke Altmann
Germany

Juniores Masculinos

Rank Nome País
1 Calum Reid Scotland
2 Alasdair Hogg
Scotland
3 Alexander Ebata
Sweden
Veteranos Masculinos
Rank Nome País
1 Ulf Bredberg Sweden
2 Pär Carleke Sweden
3 Richard Whitehouse
England

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Armando Amante conquista ouro na China

Junho 29th, 2006 by admin

Em poucos anos, subiu a número um do squash de Macau. Armando Amante tem apenas 18 anos e começa a dar nas vistas no panorama da modalidade a nível regional. Representou Macau nos Jogos de Suzhou e derrotou alguns dos melhores praticantes chineses. Na RAEM já ninguém lhe ganha e por isso vai começar a participar em mais provas no exterior. Quer ser um dia jogador profissional.

Armando Amante é filho de um entusiasta do squash, José Amante. Por isso é mais um caso de “filho de peixe que sabe nadar”. Ainda há poucos anos brincava apenas com a raquete e agora ganha ao pai à vontade. Mas também, em Macau, já ninguém o consegue derrotar, “o que começa a ser bastante desmotivante”, referiu o jovem jogador.

O grande destaque surgiu agora com as duas medalhas de ouro conquistadas nos Jogos Nacionais da China, que se realizaram na cidade de Suzhou com diversos desportos que não estão integrados nos Jogos Olímpicos, tais como golfe, bowling, squash, xadrez, entre outros.

Em squash estiveram presentes onze equipas, entre as quais Pequim, Kat Lam, Xangai, Kong Su, Chie Kong, On Fai, Wubei, Kuong Tong, Chong Heng, Neng Po e Macau. Formações de locais onde este desporto tem muito mais projecção do que no território, com jogadores mais experientes.

Desempate com Xangai favorável a Macau
Armando, de 18 anos, é ainda júnior, mas competiu com adversários na sua maioria mais velhos, o que fez valorizar os seus resultados. Ganhou em termos colectivos ao lado dos seus colegas da RAEM, Plutul Sun, Chan Chak In, Joyce Kuok e Wendy Chan. Na final, o quarteto macaense ultrapassou a poderosa selecção de Xangai e venceu por 3-2.

No último confronto, quando as equipas estavam empatadas a dois jogos, Amante venceu por 9-1,9-4 e 9-7. Para espanto de todos Macau ganhava colectivamente e o “miúdo” não deu hipóteses na derradeira jornada. Ajudou assim a arrecadar para Macau um saboroso título por equipas, que é o primeiro em toda a história da modalidade nas competições internacionais a este nível de primeiro escalão. Pequim classificou-se em terceiro lugar.
O jovem voltou a dar nas vistas (e de que maneira…) na prova de singulares, “limpando” todos os adversários que lhe apareceram pela frente. No desafio para atribuição do primeiro lugar, superou o número um de Xangai, Choi Ping Hua, pelos parciais de 9-1, 9-4 e 9-7.

Falta motivação
Armando Amante é estudante no Instituto de Formação Turística na área de Gestão de Hotelaria e gostaria de fazer as duas coisas, tirar o curso e continuar a jogar a um nível mais elevado do aquele que tem actualmente em Macau: “De facto começo a não ter motivação para entrar nos campeonatos internos e por isso gostaria de me tornar profissional daqui a dois anos, quando terminar o meu curso. Os estudos estão em primeiro lugar e depois vou tentar a minha sorte.”

O campeão de Macau é treinado por monitores com grande experiência de Hong Kong que vêm a Macau duas vezes por semana. “Hong Kong tem um nível muito superior e só assim é que ele pode progredir, indo ainda mais longe na modalidade”, salientou à nossa reportagem o pai, José Amante, praticante de squash há cerca de dezoito anos e membro da actual direcção da Associação de Squash de Macau. “Desde Abril de 2004 que ele não perde um torneio.”

Armando, que completa 19 anos em Outubro mas ainda pode participar, por mais uma época, na sua categoria júnior, começou a ganhar gosto pelo squash por ver o pai. “Ele ia comigo ao Hyatt para me ver jogar e pegava na raquete apenas para brincar. Tomou o gosto e iniciou então alguns treinos, jogando comigo, quando tinha dez anos. Teve hipóteses de integrar as aulas de Keneth Lee, jogador de Macau, e foi evoluindo, até porque, também no Centro Desportivo da Vitória, alguns treinadores locais davam cursos aos mais jovens. Toda a gente viu que ele tinha jeito. Aos 14 ficou em terceiro lugar no Campeonato de Macau da categoria de juniores, já nessa altura com adversários mais velhos. Progrediu rapidamente a partir daí.”

Título em casa e outro em Xangai
Só que agora ele não perde um jogo em Macau (o seu principal rival é Plutul Sun). Ainda há dias se tornou de novo campeão absoluto, ao derrotar na final do Open (realizado nas instalações do Hotel Hyatt), Chan Chak In, um dos seus colegas de selecção, por 3-0, parciais de 15-6, 15-11 e 15-11. Tecnicamente está já uns furos acima dos restantes. Fisicamente melhora cada vez mais com a ajuda de um preparador físico, tornando-lhe o jogo mais rápido.

O ano passado participou em provas no exterior, ganhando o Open de Xangai. Os resultados não foram tão bons já em 2006 no Asiático em Taiwan, no Quadrangular de Pequim e no Campeonato da Ásia Oriental na Coreia do Sul. “É que no continente asiático, nos seniores principalmente, o nível é muito alto, mas só assim através do ritmo competitivo é que ele pode subir ainda mais”, diz o pai.

Em Agosto próximo irá jogar no Open de Hong Kong para juniores, onde há dois anos foi à final da consolação e perdeu. Em 2005 ficou a meio.

“Enquanto ele estiver a estudar vai ser difícil participar em torneios do circuito asiático, mas depois vamos apostar na carreira dele. Vamos tentar investir”, referiu o pai com satisfação pela subida meteórica do filho, o que não é muito normal no panorama desportivo da RAEM.
Relativamente ao squash da RAEM, José Amante é peremptório em dizer que “a modalidade tem vindo a progredir, depois do aparecimento de mais recintos, entre os quais três recentes no Macau Dome. Temos apostado nas escolas e há já jovens a trabalhar, alguns dos quais saíram das Actividades de Férias.”

O squash do território tem actualmente cerca de quatro dezenas de jogadores que entram em competições de seniores e vinte nos juniores.

A nível de saídas colectivas durante este ano, a RAEM vai enviar uma equipa de quatro jogadores aos Jogos Asiáticos de Doha, no Qatar, em Dezembro. Lá estará Armando Amante para tentar mostrar que tem um largo futuro à sua frente.

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Open Quinta da Marinha encerra circuito FNS

Junho 27th, 2006 by admin

O Circuito Nacional FNS 2005/2006 encerrará com o Open Quinta da Marinha 2006 a realizar na bonita vila de Cascais, nos próximos dias 30, 1 e 2 de Julho.

As inscrições terminam às 12:00 de quinta-feira, dia 29 de Junho, e podem ser feitas por SMS para o número 919 312 312 ou através de e-mail para fns@correio-electronico.net.

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Lista final de Inscritos

1 510,1   André Lima  
2 448,5   Paulo Mota  
3 438,8   Carlos Mendes  
4 358,9   Mathew Theodoris  
5 357,2   João Caiano  
6 331,8   Alexandre Martins  
7 320,3   Pedro Ribeiro  
8 273,5   José Aguiar  
9 260,8   Pedro Proença  
10 218,3   Pedro Dâmaso  
11 175,9   Carlos Neves  
12 128,8   Zélio Neto  
13 111,1   Pedro Santos  
14 89,3   Pedro Pina  
15 87,8   Rui Teixeira  
16 83,9   António Morais  
1 51,7   Fernando Campelo  
2 40,1   Vasco F. Santos  
3 36,6   Miguel Estiveira  
4 29,2   António Alvarenga  
5 26,4   António Gomes  
6 22,9   Helder Silva  
7 20,9   Pedro Mesquita  
8 16,7   Alfredo Felicidade  
9 13,0   José Rebelo  
10 10,8   João Luna  
11 7,5   Alberto Rezende  
12 6,0   Jorge Vieira  
13 5,6   Nathan Theodoris  
14 5,0   Tiago Mendes  
15 3,8   Gonçalo Cardoso  
16 3,6   David Thirwell  
1 3,6   Francisco Madureira  
2 3,4   Vitor Incio  
3 2,9   Jorge Chicote  
4 2,9   Richard Monteiro  
5 2,4   João Morais  
6 0,0   Francisco Oliveira  
7 0,0   Colin Reid  
8 0,0   Helder Simões  
9 0,0   Luís Valente  
10 0,0   Nuno Matos  
11 0,0   Paulo Kellen  
12 0,0   Ricardo Bastos  
13 0,0   Tiago Angelino  

Mais informações

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Torneio de encerramento no Racket Centre

Junho 27th, 2006 by admin

PROVA ANULADA

Decorrerá durante o dia 8 de Julho, nas instalações do Racket Centre em Lisboa, o último torneio da temporada.

As inscrições podem ser feitas através de duarte.miguel@sisrede.com

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VI Open Diário de Notícias na Madeira

Junho 27th, 2006 by admin

Decorrerá de 12 a 15 de Julho, na ilha da Madeira, o VI Open Diário de Notícias.

Esta prova está a ser organizada de forma a receber o máximo de participantes vindos do continente, oferecendo algumas regalias a quem o faça.

O Madeira Squash Clube está a contactar alguns dos melhores praticantes de Portugal continental, casos de João Caiano e Mathew Theodoris, de forma a levarem mais qualidade a uma prova que se espera de grande qualidade e com a Organização em excelente nível, como é tradição.

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André Espinha vence mini-torneio L&S

Junho 25th, 2006 by admin

Este sábado disputou-se um mini-torneio nas quadras de squash de Mangualde, com a participação de 8 jogadores, sendo eles Paulo Sousa, Rui Bernardo, João Cordeiro, Paulo Guerra, Luis Carlos, André Espinha, Marco Alves e Telmo Amaro.

Disputaram-se 22 jogos, tendo saído vencedor André Espinha, que venceu 6 dos 7 jogos que fez, contabilizando 11 pontos. Em 2º lugar ficou João Cordeiro com 7 pontos (4 vitórias em 7 jogos) e em 3º Rui Bernardo com 6 pontos (4 em 5). Nas restantes posições ficaram Paulo Guerra (4 pontos/6 jogos), Telmo Amaro (2/6), Luís Carlos (1/4), Marco Alves (1/5) e Paulo Sousa (1/4).

mini-Torneio 24Junho2006
Resultados

Este Mini Torneio foi disputado em moldes diferentes. O nº de jogadores era sorteado, entrando por ordem para as quadras, ou seja jogador nº1 e 2 para a quadra1 e os jogadores nº 3 e 4 para a quadra2. Os restantes eram colocados por ordem, na lista de espera.

Os jogos eram de tempo limitado (8 minutos), tendo os jogos início ao mesmo tempo. Esgotado o tempo, os jogadores que tivessem mais pontos eram os vencedores. O vencedor do jogo disputado na quadra 1 recebia 2 pontos e o vencedor do jogo disputado na quadra 2 recebia 1 ponto.

Os vencedores de ambas as quadras vão-se defrontar na quadra 1, os derrotados passam para a lista de espera entrando para a quadra 2 os 2 primeiros da lista de espera. Se um jogador ganhar 3 vezes consecutivas na quadra1, sai e é colocado no fim da lista de espera.

Foi então feita a experiência, e, opinião geral, todos gostaram deste modelo, que, em princípio, será para repetir nas próximas tardes de sábado.

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Borja Gólan é vice-campeão da Europa

Junho 23rd, 2006 by admin

O espanhol Borja Gólan conquistou a 2ª posição, sagrando-se dessa forma vice-campeão da Europa, no campeonato europeu de squash, disputado na cidade húngara de Budapeste, nos passados dias 7 a 10 de Junho.

Borja perdeu na final com o francês Gregory Gaultier (nº8 mundial) por 3-0 (2/9, 0/9 e 8/10) e apenas concedeu 1 jogo até chegar aí, precisamente para Andre Holderegger. Entrou na prova como 3º cabeça-de-série.

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João Caiano é nº2 na Galiza

Junho 21st, 2006 by admin

O português João Caiano chegou a nº2 no ranking galego deste mês, fruto das suas últimas boas prestações.

Outro português a marcar presença nessa mesma classificação é André Lima, ocupando a 16ª posição.

Destaque também para o actual 13º lugar em que João Caiano  se encontra, em termos de ranking espanhol.

Ambos rankings, galego e espanhol, são comandados pelo incontestável Borja Gólan, natural de Santiago de Compostela, que é o actual 27º do ranking mundial, e com perspectivas de subir mais algumas posições.

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Regras Mundiais de Squash- Parte IV

Junho 20th, 2006 by admin

A quarta parte (de dez) das regras mundiais de squash aborda o Ponto 10 e 11: Outras tentativas para golpear a bola e Apelos.

10. OUTRAS TENTATIVAS PARA GOLPEAR A BOLA

Se o golpeador golpear e não atingir a bola, poderá fazer outras tentativas. Se, depois de não ter sido atingida, a bola tocar o adversário (incluindo qualquer coisa vestida ou carregada), então se, na opinião do Árbitro:

10.1 O golpeador pudesse ter feito uma boa devolução, será concedido um let, ou

10.2 O golpeador não pudesse ter feito uma boa devolução, o golpeador deve perder a jogada.
Se qualquer outra tentativa for bem sucedida mas resulte numa boa devolução sendo impedida de alcançar a parede frontal em virtude de tocar no adversário (incluindo qualquer coisa vestida ou carregada), em todas estas circunstâncias será concedido um let. Se qualquer outra tentativa não fosse resultar em um bom retorno, o golpeador deve perder a jogada.

11. APELOS

O perdedor de uma jogada pode apelar contra qualquer decisão do Marcador que tenha afectado a jogada.
Apelos ao Árbitro de acordo com a Regra 11 deverão ser feitos com as palavras “Appeal Please” ou “Let por Favor”. O jogo será então interrompido até que o Árbitro tenha tomado a sua decisão.
Se um apelo de acordo com a regra 11 não for concedido, a decisão do Marcador deverá permanecer. Se o Árbitro estiver em dúvida, um let deve ser concedido, excepto o disposto na Nota para os Árbitros na Regra 11.2.1 e Nota para os Árbitros C e D depois da Regra 11.2.2.
Apelações rejeitadas ou intervenção do Árbitro de acordo com a Regra 20.4 são consideradas em cada situação específica a seguir.

Nota para os Árbitros
Gesticular não é um apelo.

11.1 Apelos no serviço
11.1.1 Se o Marcador marcar “Falta”, “Foot-Fault”, “Not Up”, “Baixa” ou “Fora” no serviço, o servidor pode apelar. Se o apelo for aceite, um let deverá ser concedido.
11.1.2 Se o Marcador deixar de marcar “Falta”, “Foot-Fault”, “Not Up”, “Baixa” ou “Fora” no serviço, o que recebe pode apelar imediatamente ou no fim da jogada, se o que recebe tiver golpeado ou tentado golpear a bola. Se na opinião do Árbitro, o serviço não tenha sido bom, o Árbitro deve parar o jogo imediatamente e conceder a jogada ao que recebe.

11.2 Apelos durante o jogo, não decorrentes do serviço
11.2.1 Se o Marcador tiver anunciado “Not Up”, “Baixa” ou “Fora” depois da devolução de um jogador, o jogador poderá apelar. Se o apelo for aceite, o Árbitro deverá conceder um let, excepto se, na opinião do Árbitro:
- O anúncio do Marcador tiver interrompido uma jogada vencedora, o Árbitro deve conceder a jogada ao jogador.
- O anúncio do Marcador tiver interrompido ou impedido uma jogada vencedora pelo adversário, o Árbitro deverá conceder a jogada ao adversário.

Nota para os Árbitros
No último caso o Árbitro também deverá conceder um stroke ao adversário, se estiver em dúvida se a chamada do Marcador estava correcta.

11.2.2 Se o Marcador não anunciar “Not Up”, “Baixa” ou “Fora” depois da devolução de um jogador, o adversário pode apelar imediatamente ou no fim da jogada, se o adversário tiver disputado ou tentado golpear a bola. Se, na opinião do Árbitro, a devolução não foi boa, o Árbitro deve interromper a jogada imediatamente e conceder um stroke ao adversário.

Nota para os Árbitros
A. Nenhum apelo pode ser feito após a devolução de um serviço em relacção a qualquer coisa que tenha ocorrido antes daquele serviço, excepto o previsto na Regra 14.3.
B. Quando o perdedor faz mais de um apelo em relacção ao rally, o Árbitro deverá considerar cada apelo (o rally pode ter sido ganho por qualquer método descrito na Regra 8. Strokes).
C. Se a chamada do Marcador de “Foot Fault”, “Falta”, “Not Up”, “Baixa” ou “Fora” em um serviço for apelada, mas o mesmo serviço subsequentemente vai “Not Up”, “Baixa” ou “Fora”, então o Árbitro deverá basear-se na ocorrência subsequente.
D. Se a chamada do Marcador de “Not Up”, “Baixa” ou “Fora” em um retorno for apelada, mas o mesmo retorno subsequentemente vai “Not Up”, “Baixa” ou “Fora”, o árbitro deverá então basear-se na ocorrência subsequente.

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Jogadores-Tipo: Capítulo 3

Junho 19th, 2006 by admin

As personagens do terceiro capítulo são: o “Lobber”, o Empurra ou Jogador de Rugby, o Bloqueador, o Jogador de Ténis, o Ligaduras, o Trepa Trelhados, o Perda de tempo e o Resmungão.

#17 O “LOBBER”
Efectua o “Lob” baseando-se na teoria de que mantendo a bola o mais lento possivel, será mais difícil a resposta por parte do seu adversário. Passa tanto tempo a efectuar este batimento, mas mal, que se esquece de como se jogam e, quando ocasionalmente, efectua um “Drop”, este normalmente bate no “Tin”.

#18 O EMPURRA ou JOGADOR DE RUGBY
Joga Squash para ganhar resistência para o Rugby. Infelizmente ninguém lhe disse a básica diferença de o Squash ser um desporto de não contacto físico. Passa metade do tempo a “esmagar-te” contra a parede e fazer-te correr à volta dele enquanto recupera o T ou o que achar mais importante.

#19 O BLOQUEADOR
Ele sabe que tu deves fazer todos os esforços para sair do caminho, mas este jogador parece estar sempre onde tu não desejas que esteja. É bastante frustante não tentar um “Stroke”, pois poderás sempre bater a bola.

#20 O JOGADOR DE TÉNIS
Não é um jogador dificil, pois possui um “Back-Swing” nada complicado e o serviço é sempre “Straight-Armed”. Regra geral, joga a bola no centro do campo, com medo de a enviar para fora se a mesma bater nas paredes laterais.

#21 O “LIGADURAS”
Mais conhecido pelo “A múmia”. Chega com algumas partes do corpo cheias de ligaduras e toda a espécie de gaze. Não te deixes enganar, pois ele não jogará se estiver de tal forma mal na maneira como falha os batimentos.

#22 O TREPA TELHADOS
Sempre saltando por cima “do vidro” ou organizando pirâmides humanas à procura de bolas perdidas. Seria mais feliz se fosse um alpinista.

#23 O PERDA DE TEMPO
Cada “Rally” torna-se um jogo por direito, sobre o qual vagueia entre pontos, falha nas três tentativas de apanhar a bola, constantemente aperta os laços dos ténis e nunca está pronto quando és tu a servir.

#24 O RESMUNGÃO
Sempre queixando-se de algo. A bola ou é muito rápida ou muito lenta; é impossivél ver com aquela luz exterior; é um suícidio jogar com esta ou aquela superfície, etc. Muito aborrecido, mas providência sempre desculpas bonitas se por acaso perdes.

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